Hoje é o dia do Beijo

postado por Milene Penante

Selinho ou de língua? Rápido ou devagar? Seco ou molhado? No Dia do Beijo, beijoqueiros falam sobre esse carinho tão especial, que pode ser o diferencial no futuro de um relacionamento.

É uma data simbólica, claro, mas que nos faz refletir: estamos beijando bem? Principalmente para os casados e namorados de longa data, essa é uma questão importante.

Os tipos de beijos são muitos e para todos os gostos. Dá para se divertir com os mais variados estilos: tem o beijo “garganta profunda” – quando a língua quase toca a garganta do outro; o beijo “francês” – que é o beijo de língua que conhecemos; o beijo “Conde Drácula” – aquele que escorrega para o pescoço; o beijo escondidinho – quando a língua desaparece. E assim vai...

Um estudo realizado em 2007, liderado pelo psicólogo Gordon Gallup e publicado na revista científica Evolutionary Psychology, revelou que durante o primeiro beijo na boca há uma troca de informações pessoais entre os casais, por meio dos sentidos e do subconsciente. Essas impressões sinalizariam aos pares sobre a possibilidade de sucesso na relação.

Outros estudos tentam decifrar mais a respeito do beijo, que ao longo da
história recebeu vários significados e é um aperfeiçoamento de atos de nossos antepassados.

Você já beijou hoje?
O beijo na boca é um ato de profunda intimidade. Por meio dele expressamos nossos sentimentos, emoções e desejos. Não é assim que retratam nos contos de fadas? A princesa beija o sapo e ele vira um príncipe!

Sabemos que essa transformação mágica não ocorre na vida real, mas nem por isso o beijo é menos valioso. Enquanto beijamos, ficamos envoltos em nossas mais profundas emoções e fantasias e, por alguns segundos, somos princesas beijando príncipes.

Ele está relacionado com a paixão e a libido, sendo geralmente o anúncio de uma relação sexual, principalmente para as mulheres que procuram combinar sexo e romance. O beijo faz parte do pacote de sedução e é indispensável nos momentos íntimos, pois ajuda na motivação para o sexo e promove uma sensação enorme de prazer no casal.

A ausência do beijo na boca em uma relação amorosa sinaliza que alguma coisa mudou. Pode ser o sentimento que diminuiu? Nem sempre. Muitos casais continuam se amando, mas com o passar do tempo vão encurtando os encontros íntimos nos quais os beijos, as carícias e as falas secretas diminuem ou deixam de acontecer. O que resta é o sexo nu e cru.

Nossos ancestrais viviam bem o sexo nesse formato. Já nós elevamos o beijo a um patamar mais importante. Essencial para o envolvimento sexual.

Portanto, pense no que ficou para trás na sua intimidade conjugal e retome começando por esta prática que é uma fonte inesgotável de prazer.




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